Afaste de você o mal que te consome,
Abrigue-se em meu mundo de sonhos e fantasias.
Ausente do seu peito a dor da solidão que de teimosa está presente,
Aumente o desejo de quem sempre te amou.
Me permita fazer você feliz.
Me deixe entrar de vez na sua vida.
Manter acesa a chama da paixão que um dia te fez sorrir.
Me tome por direito, sem piedade, me possua.
Ou então apenas brinque comigo, com meus sentimentos.
Outra vez me faça chorar dia após dia.
Outra vez deixe as claras o que o Amor é capaz de fazer com um tolo como eu.
Ou simplesmente me ame.
Rasgue de uma vez minhas cartas antigas, minhas palavras sobre paixão.
Renove suas expectativas, seus anseios de maldição.
Ria de suas dores, que inexplicavelmente você sente prazer.
Rogue a Deus para que um dia alguém como eu possa simplesmente... te amar.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Lágrimas
O barulho das gotas de chuva que tocam o teto,
Confunde-se com o das lágrimas que rolam pelo meu rosto,
Ao admirar aquele nosso antigo retrato no parque.
Confrontando meu passado e meu presente,
Tornando cada vez mais incerto meu futuro.
Se houver um...
Confunde-se com o das lágrimas que rolam pelo meu rosto,
Ao admirar aquele nosso antigo retrato no parque.
Confrontando meu passado e meu presente,
Tornando cada vez mais incerto meu futuro.
Se houver um...
terça-feira, 15 de março de 2011
Fragmentos
Sabe, eu poderia ser seu céu caso quisesse.
Arriscaria o que em mim há de mais valioso só para encontrar o caminho do seu coração.
Sabe, alguém como você facilmente não se esquece.
Pois tudo o que me ensinou ainda considero precioso, principalmente aquele beijo que me destinou à perdição.
Sabe, o vulcão dentro de mim entrou em erupção novamente.
Só consigo pensar em você, sentir teu cheiro, ouvir tua voz, e nas maneiras possíveis de te fazer sorrir.
No cantinho deste ínfimo quarto, a saudade se faz presente.
E junto à solidão, tudo o que desejei intensamente é que comigo estivesse: que estivesse aqui.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Enquanto chove em SP
As nuvens choram em São Paulo
Carros velozes passam devagar
Engravatados desvairados
Milhões de raios explodem
Ecos do caos
Cidade alagada de cara fechada
Metrô infernal, povo carcomido
E eu aqui dentro do ônibus
Sufocado, atrasado de encontro marcado
Na avenida alagada sacos de lixo navegam
Em prol a nossa imundície
A ‘’TV’’ toca o show, audiência da demência
Rota da violência
Tempestade suburbana, humanos e ratazanas
Pragas urbanas ilhadas
Rostos molhados pelas celestes lágrimas
Vidas se vão morro abaixo
A correnteza pluvial quebra o elo
Separa o corpo da alma
E a chuva em São Paulo não para.
Carros velozes passam devagar
Engravatados desvairados
Milhões de raios explodem
Ecos do caos
Cidade alagada de cara fechada
Metrô infernal, povo carcomido
E eu aqui dentro do ônibus
Sufocado, atrasado de encontro marcado
Na avenida alagada sacos de lixo navegam
Em prol a nossa imundície
A ‘’TV’’ toca o show, audiência da demência
Rota da violência
Tempestade suburbana, humanos e ratazanas
Pragas urbanas ilhadas
Rostos molhados pelas celestes lágrimas
Vidas se vão morro abaixo
A correnteza pluvial quebra o elo
Separa o corpo da alma
E a chuva em São Paulo não para.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Deslize suavemente por mim
A respiração profunda e inerrupta
A força vem sobre mim bruta
E a insensatez venceu dessa vez
Nesse ínfimo mês
Viro para o lado depois da sensação curta
E minha pele ferve e se esquece da idéia corrupta
Sendo a certeza um talvez
Para a alegria me ter como nunca se fez
E o que era para ficar no lugar avança
Percorrem por mim as pulsações verozmente
Chegam às pontas dos dedos e sinto a bonança
Sobre as minhas partes caídas inconsequentemente
Se fazem verdades ao inverso os contos de criança
As canções são compreendidas completamente
O coração inerte pesado sobre um balança
E a idéia do novo desliza por mim suavemente
A força vem sobre mim bruta
E a insensatez venceu dessa vez
Nesse ínfimo mês
Viro para o lado depois da sensação curta
E minha pele ferve e se esquece da idéia corrupta
Sendo a certeza um talvez
Para a alegria me ter como nunca se fez
E o que era para ficar no lugar avança
Percorrem por mim as pulsações verozmente
Chegam às pontas dos dedos e sinto a bonança
Sobre as minhas partes caídas inconsequentemente
Se fazem verdades ao inverso os contos de criança
As canções são compreendidas completamente
O coração inerte pesado sobre um balança
E a idéia do novo desliza por mim suavemente
Postado por
Cássia Prado
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quarta-feira, 2 de março de 2011
Ilusão
Minha vida virou de pernas para o ar,
Desde que vi você chegar,
Já não sei bem por onde seguir;
Um dia me preenche com amor,
No outro me avassala a dor,
Melhor de uma vez se decidir.
Não suporto ver você ir e vir,
Pois mal chega e já pensa em partir;
Me confunde sua indecisão.
Em um dia me enche de alegria,
No outro descubro quer era apenas fantasia,
E mergulho nesta solidão...
Acho que isso não é normal,
Me deixar com um bilhete injustificado
E logo voltar apaixonado;
Não percebe que isso me faz mal?
Esta noite decida o que realmente quer,
Ou diz que me ama ou não voltes mais,
Esta noite me fale de frente
E abra seu coração;
Esta noite não quero mais chorar, espero
Que possa entender que não vou mais sofrer
Por alguém que só me enche de ilusão...
terça-feira, 1 de março de 2011
Nossas Conversas
Sinto saudades das conversas que nunca tivemos.
Pois agora penso se fui eu quem nunca quis,
Ou se você que não percebeu nesse tempo que convivemos
A importância da troca justa de pensamentos e interesses.
E agora como sentir o caminho certo?
Os passos estão para o lado errado novamente
E só vem você em minha mente.
Nem sempre por perto, mas lindo, lindo.
Pois agora penso se fui eu quem nunca quis,
Ou se você que não percebeu nesse tempo que convivemos
A importância da troca justa de pensamentos e interesses.
E agora como sentir o caminho certo?
Os passos estão para o lado errado novamente
E só vem você em minha mente.
Nem sempre por perto, mas lindo, lindo.
Postado por
Cássia Prado
às
14:13
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